07/05/2019

A greve dos professores da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp) por salários e direitos trabalhistas completou uma semana ontem (6). A paralisação conta com a crescente união entre os professores e a solidariedade de estudantes e funcionários técnicos da instituição.

Na noite de ontem, ato foi realizado em frente à portaria da Rua Sacramento e, logo após, os manifestantes seguiram em caminhada até o largo da matriz do Rudge Ramos.

Greve de professores na faculdade Metodista.

Greve de professores na faculdade Metodista.

Os funcionários da Metodista vão realizar no próximo sábado (11) assembleia para decidir sobre a continuidade da greve. A comunidade acadêmica tem se mobilizado nas redes sociais em defesa dos direitos trabalhistas de professores e funcionários da faculdade.

Para conferir vídeo da greve na rua, clique aqui.

O Ministério Público do Trabalho também deverá se posicionar no início desta semana, atendendo a pedido feito pelo Sindicato dos Professores do ABC (SinproABC), para que a instituição se comprometa a realizar os pagamentos no quinto dia útil, como prevê a convenção coletiva e exigindo a regularização dos salários em atrasos e os depósitos do FGTS.

O SinproABC ressalta que a permanência na paralisação é a resposta dos professores à Universidade que não responde as demandas da categoria.

A greve teve início após a instituição não realizar o pagamento dos salários de março até o dia 26 de abril, conforme prazo estabelecido pelo SinproABC. Além disso, professores e funcionários aguardam o pagamento de férias e denunciam que a Metodista não realiza depósitos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) desde 2015.

Fonte: AbcdMaior